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Como tudo começou!

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Tudo começou na minha infância, com os contos e histórias que meu pai inventava. Criava historinhas para contar para nós, os filhos, antes de dormirmos. Histórias clássicas e tradicionais aprendíamos na escola. Em casa, ele era o contador e criador. Durante anos de minha infância amei escutar o meu pai com suas histórias inventadas, algumas das quais ele dividia em capítulos, estendendo sua narração até dois ou três dias. Isso aguçava minha curiosidade. Não via a hora de chegar em casa logo a noite para ouvi-lo.


Quando cresci, praticamente segui a tradição, inventava histórias. Na adolescência, criava e contava para a criançada da vizinhança. Era meu hobby ler e escrever. Quando tive filhos contava para eles quase todas as noites uma história criada por mim, só que no caso, decidi registrar tudo, escrevendo. 

 

 


Mais tarde ao acompanhar meu marido para a Alemanha, junto com os meus filhos, tive que deixar para trás minha família, os amigos e o curso de psicologia que decidira fazer, no período que compreendeu a fase de adaptação ao novo país, refleti muito sobre minha vida e o que eu realmente queria para mim, num processo de busca de mim mesma. Foi quando, numa reunião de pais na escola de meu filho mais velho. A professora dele comentou que Rômulo havia dito que eu era uma escritora. Foi interessante saber que meu filho me via assim, como uma escritora.


Fiquei muito animada com a ideia, eu, escritora! Não via a hora de chegar em casa e reler as coisas que havia escrito para eles. Fui tirando da gaveta, tudo que tinha escrito. Meus manuscritos! Reescrevendo algumas histórias e criando novas assim fui me dedicando cada vez mais a esta atividade, até que surgiu a oportunidade de publicar dois trabalhos pela Editora Art Press, hoje se chama Editora Petrus,  em São Paulo. “Sexta-feira 13” e “O menino que queria viver na floresta”. À partir daí, decidi transformar meu hobby em profissão. Escrever para mim é uma opção de vida.  


Dois anos depois da minha estreia como escritora, lancei o meu terceiro livro infantil “O Burrinho Azul” pela Editora Catedral das Letras sediada na minha cidade natal Petrópolis, que tambem publicou “A menina e a árvore”. E assim, tudo começou...

 

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